Conselho da Suframa aprova 26 projetos com impacto de US$ 134 milhões

Além do investimento, expectativa é de que sejam abertos 864 novos postos de trabalho no polo industrial de Manaus

O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, presidiu recentemente a 288ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Durante a reunião foram avaliados 26 projetos industriais e de serviços, sendo cinco de implantação e 21 de diversificação, ampliação ou atualização.

Os projetos devem gerar, nos três primeiros anos de operação, investimentos na ordem US$ 134 milhões e 864 novos empregos no Polo Industrial de Manaus (PIM). Participaram da reunião o superintendente da Superintendência da Zona Franca de Manaus, Alfredo Menezes, representantes de entidades de classe, dirigentes de órgãos públicos, parlamentares e empresários.

Entre os principais destaques estão iniciativas ligadas aos segmentos componentista e de bens de informática do PIM. São projetos de diversificação da empresa GIGA Indústria e Comércio de Produtos de Segurança, com investimento total de US$ 20,8 milhões e previsão de geração de 71 novos empregos.

O objetivo desse projeto é a fabricação de memória SSD (Solid State Drive), memória RAM, fios e cabos. Também foi aprovada a ampliação da empresa MASA da Amazônia, para fabricar placas de circuito impresso para uso em informática, com investimento total superior a US$ 90 milhões e previsão de geração de 58 novos empregos.

Outra iniciativa de destaque, ligada ao segmento de Duas Rodas, é o projeto de ampliação da empresa Caloi Norte S/A, com investimento total de aproximadamente US$ 36 milhões e expectativa de geração de 147 novos empregos, para produção de bicicletas com e sem câmbio. Da Costa ressaltou a importância de simplificar e desburocratizar o sistema, promovendo melhoria no ambiente de negócios, para que as empresas possam trazer o desenvolvimento, com segurança jurídica ” O mercado vai ser o destrave para que o Brasil cresça,” concluiu.

 

Fonte: Ministério da Economia