Crianças até 5 anos e 11 meses passarão a ser atendidas pelo Programa Criança Feliz

Objetivo é estender o estímulo e cuidado na Primeira Infância

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni anunciou a ampliação do atendimento do Programa Criança Feliz para crianças até 5 anos e 11 meses. Anteriormente ao anúncio, apenas crianças com idade até 36 meses eram beneficiadas.

O Criança feliz é o maior programa em escala do mundo com foco na promoção do desenvolvimento das crianças que estão na primeira infância, fase que vai do zero aos 5 anos e 11 meses.

A iniciativa que está presente em 2.928 municípios brasileiros, já realizou mais de 40 milhões de visitas, com atendimento a mais de 1,1 milhão de crianças e gestantes.

O objetivo do programa é orientar famílias em situação de vulnerabilidade a impulsionar o desenvolvimento de habilidades cognitivas e motores das crianças, além do fortalecimento da parentalidade (vínculo e papel dos cuidadores na vida da criança), tudo por meio de brincadeiras propostas pelos visitadores, a partir da visitação domiciliar às famílias.

A abordagem é baseada nas pesquisas de especialistas como o economista James Heckman, Nobel de Economia em 2000, que identificou o alto grau de eficiência do investimento em programas voltados à primeira infância.

Outra iniciativa que o Governo Federal pretende integrar ao conjunto de ações de proteção às crianças e jovens do país é atribuir bônus por mérito aos beneficiados pelo Bolsa Família. As mães dos estudantes que se destacarem nos Jogos Escolares Brasileiros ou nas Olimpíadas do Conhecimento terão crédito extra no programa de transferência de renda. “A criança que se destacar no JEBs ganhará um prêmio e depois um estímulo ao esporte, uma pequena bolsa, que vai se agregar ao Bolsa Família da mãe. Se a mãe ganha R$ 200, a família vai ganhar mais R$ 100, ou seja 50% serão agregados porque a criança é boa no esporte. E nas Olimpíadas do Conhecimento, vamos premiar, em 17 áreas do conhecimento, as 10 mil crianças do Bolsa Família que se destacarem também com o valor de R$ 100, para que a família não tire ela do estudo para fazer outra atividade em busca de rendimento”, afirmou o ministro da Cidadania.

 

Com informações do Ministério da Cidadania.