Mulheres e a reforma da Previdência

Uma breve análise das mudanças propostas para as mulheres

ENTENDA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – PARTE 3

Na terceira matéria sobre a proposta de reforma da Previdência, veja o que pode mudar para as mulheres no regime geral, que é destinado aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Vale lembrar que hoje, no Brasil, 30 milhões é o número de empregados na iniciativa privada, ou seja, o maior contingente de afetados pelas mudanças na Previdência de acordo com a proposta do governo.

O diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Antonio Carlos Queiroz, fala sobre o assunto. “O que ela [a proposta] está fazendo é instituir para o trabalhador do regime geral do INSS uma idade mínima que não existia antes para a aposentadoria por tempo. Existia a aposentadoria só por tempo de contribuição e agora está exigindo tempo de contribuição e idade”, comenta Queiroz.

Se a reforma entrar em vigor, as mulheres que entrarem no mercado de trabalho após sua vigoração terão que contribuir por no mínimo 20 anos e trabalhar pelo menos até os 62 anos.

Já para as que se encontram inseridas no mercado de trabalho, a proposta da reforma da Previdência prevê diferentes regras de acesso à aposentadoria.

Crédito: TV Senado


A reforma da Previdência, prevista na PEC 6/2019, é do interesse de todos. Com base em uma série produzida pela TV Senado neste ano, abordando os principais pontos da reforma da Previdência, a Desenvolver Treinamentos traz esclarecimentos sobre o assunto, mostrando como as mudanças apresentadas pelo governo na proposta afetam a vida das pessoas.