Nova versão do TáxiGov entra em operação no Ministério da Economia

O aplicativo Uber deixou de ser usado pelos servidores no dia 03 de setembro

Os servidores do Ministério da Economia passaram a utilizar a nova versão do serviço de transporte administrativo de servidores, o TáxiGov DF, desde o dia 03 de setembro. A previsão é que, até final de setembro, todos os órgãos da administração direta no Distrito Federal utilizem a nova versão do serviço.

O novo aplicativo TáxiGov DF está disponível para download na Play Store e Apple Store. Com a finalização do contrato anterior, o serviço na versão 3.0 passa a ser fornecido pela empresa Vip Service.

As principais novidades da nova versão são a avaliação obrigatória ao final da corrida (realizada pelo servidor no celular do motorista); a volta da prestação do serviço por meio de táxis (não mais de Uber); o ateste pelos gestores de unidade e setoriais dentro do sistema de gestão de corridas; e a possibilidade de solicitação, pelo gestor de unidade, de um veículo para um usuário da sua unidade.

O taxista terá até 15 minutos para comparecer ao local solicitado pelo servidor e aguardará o usuário por até 10 minutos. Não haverá necessidade de senha para o início e o fim da corrida. As corridas serão solicitadas via aplicativo mobile e plataforma web.

Economia de 65%

Criado em 2017, o TáxiGov é o serviço de transporte para servidores, empregados e colaboradores do Executivo Federal, em deslocamentos a serviço no Distrito Federal.

Desde a sua implantação, gerou uma economia de 65% em relação ao modelo anterior, que utilizava carros próprios ou alugados. Até o momento, mais de 17 mil servidores e colaboradores utilizaram o serviço, superando as 450 mil corridas. A avaliação é positiva: nota 4,9, de um máximo de cinco. O tempo médio de espera é de menos de seis minutos.

A iniciativa foi uma das vencedoras do 22º Concurso Inovação da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), na categoria “Processos organizacionais no Poder Executivo Federal”. O prêmio foi entregue em agosto de 2018.

 

Fonte: Ministério da Economia