População pode acessar 1,8 mil serviços públicos sem sair de casa

Carteira de trabalho, carteira de trânsito e certificado internacional de vacinação e profilaxia estão entre os serviços mais acessados

A população brasileira já tem à disposição mais de 1,8 mil serviços que podem ser acessados sem sair de casa. A transformação digital empreendida pelo governo federal prioriza justamente aqueles de maior impacto, como, por exemplo, a carteira de trabalho, que é responsável por 5 milhões de pedidos por ano.

Serviços como os do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também tiveram as etapas de acesso já solucionadas com a digitalização e podem ser acessados facilmente pela página inicial do gov.br. Atualizar dados cadastrais e solicitar aposentadoria por tempo de serviço são responsaveis, cada um, por 1 milhão de demandas por ano

“Os serviços digitais são bons todos os dias, por dar comodidade para o brasileiro, que não precisa mais sair de casa para solucioná-los. Neste momento, em especial, em que estamos preocupados com a saúde de nossa população, evitar aglomerações é prudente e é recomendação do Ministério da Saúde”, destaca o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro. “Os serviços digitais são uma forma de as pessoas terem a sua cidadania exercida, sem a necessidade de se deslocar e se expor a situações de maior risco”.

Hoje, 54% de todos os serviços públicos do governo federal já estão disponíveis em versão digital. Periodicamente, são realizados testes com usuários voluntários para avaliar os serviços digitais, seja na Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia (SGD/ME), em Brasília, ou por videoconferência, quando a pessoa é de fora do Distrito Federal.

Uma das voluntárias neste mês foi a bancária Marília Rodrigues, 37 anos. Ela testou o próprio portal gov.br. “No portal, gostei muito do fluxo de informações. Fiz testes do serviço de alistamento militar para o meu filho e de um curso. No site, já tinha o contato do responsável pelo serviço”, conta ela.

Fonte: Ministério de Economia