Programa Viver: credenciamento para doação de bens para inclusão de idosos vai até dia 9 de março

Resultados serão publicados na primeira quinzena de abril

O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável no âmbito do Governo Federal, foi instituído em 2019, sob coordenação do MMFDH. Desenvolvidas há mais de uma década e em articulação com os entes da federação, as ações de equipagem também são desenvolvidas pelo Pró-DH — Programa de equipagem e modernização da infraestrutura dos órgãos, entidades e instâncias colegiadas públicas de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos .

Com o objetivo de proporcionar a inclusão digital e social das pessoas idosas em atividades de saúde, tecnologia, educação e mobilidade física, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) abriu o Edital n°06/2022 para selecionar e classificar entes públicos para a doação de bens móveis no âmbito do Programa Viver.

Capitais e municípios com mais de 550 mil habitantes serão contemplados com dez computadores, uma impressora e uma TV, totalizando investimento de R$ 54.724,00. Já os municípios com população igual ou menor de 550 mil pessoas, terão investimentos na ordem de R$ 44.524,00 para oito computadores, TV e impressora.

Nesta etapa, entes da federação selecionados e classificados serão beneficiados com a doação de computadores com webcams, impressoras e televisores. A distribuição dos bens irá ocorrer pela faixa populacional.

Para participar, o ente público deve estar credenciado no Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável, por meio do Sistema Informatizado de Gestão do programa, no endereço eletrônico https://sig.mdh.gov.br/ e não ter recebido doação anterior de bens da iniciativa.

O prazo para participação deste chamamento público está aberto até as 23h59 do dia 09/03/2022. Já as adesões podem ser feitas até o mesmo horário do dia 14 de março. O resultado deste edital será publicado a partir do dia 11 de abril. Dúvidas e outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail chamamento.idoso@mdh.gov.br.

 

Com informações do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.