Reunião interministerial discute agenda da bioeconomia brasileira

Iniciativa faz parte do projeto, “Oportunidades e Desafios da Bioeconomia (ODBio)”, desenvolvido pelo CGEE em conjunto com a Coordenação-Geral de Ciência para Bioeconomia, ambos do MCTI

O secretário de Pesquisa e Formação Científica (SEPEF/MCTI), Marcelo Morales, participou no mês passado, da 2ª Reunião Interministerial sobre Modelos de Governança para a Bioeconomia Brasileira. A iniciativa faz parte do projeto, “Oportunidades e Desafios da Bioeconomia (ODBio)”, desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE/MCTI) em conjunto com a Coordenação-Geral de Ciência para Bioeconomia (CGBE) do MCTI. Também estiveram presentes na videoconferência pesquisadores, representantes dos seguintes ministérios: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Ministério da Economia (ME), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Minas e Energia (MME), Ministério de Relações Exteriores (MRE), Ministérios de Saúde (MS), Casa Civil (CC).

Para o secretário Marcelo Morales há muita pesquisa em ciência e tecnologia na área de bioeconomia, porém estes estudos encontram-se dispersos como arquipélagos de experiências. ”É necessário que haja um diagnóstico e levantamento desses estudos a fim de se obter uma iniciativa unificada para se dar foco à bioeconomia no Brasil”, ressaltou.

Os consultores do projeto, Gabriela Lotta e Arilson Favareto, apresentaram o referencial teórico e os modelos de governança para a bioeconomia brasileira. As propostas basearem-se em casos internacionais, como os dos EUA, da Costa Rica e da Alemanha, e também de colegiados brasileiros.

A proposta de modelo apresentada estabelece um arranjo abrangente para a realidade do Brasil ao mesmo tempo em que possui complexidade intermediária. “O arranjo abrangente mobiliza um conjunto amplo de atores diante de uma realidade em que os instrumentos de incentivos estão distribuídos em estruturas setoriais, enquanto que o grau de prioridade estratégica da bioeconomia é insuficiente para instrumentos de coordenação hierárquica e a simples coordenação em rede pode ser insuficiente para os desafios postos”, explicou Gabriela Lotta.

Para mais informações, confira o site do ODBio.

 

 

Fonte: Portal Gov.br